Ata verde

Tem tantas coisas acontecendo nesses dias que até perdi o pique de escrever, mas preciso compartilhar um ponto que tem me feito crescer muito.

Se tem uma coisa que é motivo pra guerra aqui em casa é a tal da ata.

O que ser ata? Ata é uma fruta gostosinha, também chamada de fruta do conde, cheia de gominhos brancos de sementinhas pretas dentro, que desmonta na mão da gente quando está madura. Na casa do cunhado tem um pé, e meu namoradão sempre trás aqui pra casa quando é época. Trás umas poucas no ponto, enquanto outras ainda estão verdes-verdes.

Meu pai as pega, as enrola no jornal, pra amadurecerem mais rápido, coloca todas em uma vasilha, e as esconde muito bem. Só que de madrugada a minha mãe descobre o esconderijo e muda de lugar. O Arthur então, aproveita quando não tem ninguém em casa e come as atas já maduras. Na hora do almoço sempre é um vuco-vuco pra saber onde foram parar as atas do outro. Eu apenas quase morro de rir. Não sou assim, tãão chegada na tal da ata.

Não sou tão chegada, mas me senti uma esses dias. Eu descobri essa semana que Deus, em determinados momentos, “nos enrola no jornal”, pra que possamos amadurecer de um jeito mais rápido. Rs

Coitada da Ata. Imagine aquela situação: sensação desconfortável em que parece que você vai morrer sufocado depois de ler a mesma reportagem 30 vezes…a mesma coisa, a mesma coisa. Além de não ver luz nenhuma no fim do túnel, e ainda ter que ficar agüentando os apertos de cá e da lá, pra ver se já está boa.

Quando Deus resolve por a gente no jornal a gente fica ‘in off’. É tempo de ficar calado, de esperar. É tempo de ouvir a mesma coisa sempre e se contentar com aquela palavra de Deus. É tempo de se acostumar com o incômodo, para que depois o tempo bom venha. É tempo de não ter mais o que olhar, tendo que olhar pra si mesmo e encontrar muitas coisas escondidas que precisam urgentemente mudar. É tempo de dar um ‘time’ eu tudo e se concentrar no calor que o olhar de Deus nos trás, sim, o olhar que nunca se aparta de nós.

Não sei dizer muito bem a sensação de sair do jornal. Na verdade, ainda me sinto dentro dele, e por um tempo sei que ainda ficarei. Só sei que valerá a pena. Sei que resultados eu já tenho visto. O primeiro e maior deles é reconhecer, a cada dia, a graça infindável de Deus sobre nós. Se eu fosse Deus já teria jogado uns raios na cabeça de ‘muito neguin ae’, inclusive na minha. Mas Deus é Deus e eu sou eu (ainda bem!), e Ele é cheeio de amor. Esse amor que me sustenta, que me ensina, que nunca desiste de mim. Apesar dos contratempos, tudo isso tem me ensinado a ser mais simples, mais humilde…

Quando eu sair do embrulho, conto como foi!

“Porque, quanto ao Senhor, seus olhos, passam por toda a terra para mostrar-se forte, para com aqueles cujo coração é totalmente dele” (2 Cr 16.9)

Bejocas e cheirocas

Vida de cão

Me lembro de ter ouvido uma piadinha em que a pessoa dizia que se pudesse escolher ser outra coisa, seria um cachorro: porque passa o dia inteiro fazendo nada, e quando vem pro lado do dono já recebe a ordem de ir deitar. Ê Vida boaa! De duas uma: quem inventou a piada era o ser mais preguiçoso que já habitou o mundo ou estava tão cansado que os neurônios resolveram se revoltar.

Ontem estava estudando. Tem quatro dias direto que não desgrudo o bumbum da cadeira, os cotovelos da mesa e os olhos dos livros. Cansei! Cansei! rs

Entre uns artigos do Novo Código Civil a Batatinha, nossa cachorra fashion, deu um salto no meu colo. Eu não gosto de cachorros perto demais. Subindo na gente, em cima da cama, deixando os seus pêlos por todo o lado, mas nesse dia eu deixei, levando em consideração que a Chica, a minha ex-outra-cachorra mais linda, foi embora (snif!) e ela está se sentindo solitária. Que folga a dela! Que folga, viu! Rodou, rodou até que achou uma posição e deitou.





.::Batatinha

 

Minha cabeça estava soltando fumaça a essa altura, e a bendita cachorra liberando sua preguiça através do seu bocejo. Ai, ai. Pensando bem o autor da piadinha até que estava certo por um lado. Ficar à toa de vez em quando é bom e faz bem. Sabia que tem gente que de tanto trabalhar já não consegue parar de jeito nenhum? Credo. Acho que gente assim morre cedo, pra compensar o descanso que não teve durante a vida. Rs

Estava assistindo uma vídeo-aula do Rick Warren, com o tema: “Uma Igreja com propósitos”. De tantas coisas interessantes, uma ele citou que achei certíssimo: Uma igreja saudável é uma igreja equilibrada.

A gente tem que se cuidar. Dormir um dia mais cedo ou acordar mais tarde, fazer uma caminhada, ir pra um clube ou praia num fim de semana. Comer umas frutas e saladas de vez em quando. Ficar uns dias sem beber refrigerante, fazer alongamentos antes de dormir. Ter tempo pra ver um filme com quem a gente ama. Bater papo na internet com quem está longe até gastar os dedos. Conversar coisas que não seja trabalho, trabalho e trabalho. Ir a pé para onde normalmente você iria de carro. Deitar na rede e ler um livro de um estilo totalmente diferente do que você costuma ler etc etc etc.

Pra tudo há um tempo. E as coisas acontecem no seu tempo determinado. Não adianta ficar forçando pra lá e pra cá. E não adianta ficar de pernas pro ar o dia inteiro também. Deus está no controle. Enquanto a gente trabalha Ele vai acrescentando o que é necessário, inclusive, mais saúde.

 

Então, tá. Deixa continuar estudando que as provas vem aí.

Enquanto me enterro nos livros a Batatinha está ali, babando no tapete. rs

Papelarias

Ontem uma amiga me falou de uma papelaria que está vendendo tudo a preço de custo porque foi vendida. Fui levar o carro pra arrumar a pastilha de freio (eu entendo de carro ta? rs) e aproveitei o intervalo pra dar uma passadinha por lá, pra ‘curiar’ as coisinhas. Na infância eu amava ir em papelarias antes do começo das aulas. Adorava pelo menos ver aquele tanto de coisa colorida nas prateleiras: lápis, mochilas, adesivinhos da moranguinho, canetinhas mágicas e caixas de lápis de cor com 258 cores da Faber Castel.

Andando entre as prateleiras tive uma emoção súbita: avistei um pacote de papel de cartas! Sempre, na hora do recreio, os meninos iam bater figurinhas de futebol e todas as meninas saiam da sala de aula com aquelas pastonas cheeeias deles, para trocá-los com as outras, e eu me lembro bem das regras: um grande se trocava por quatro pequenos, ou dois médios. Um médio por dois pequenos. Se fosse importado, não importava o tamanho, valia mais. Se tivesse cheirinho, também.

Garfield

Me lembro de um dia tão feliz! O dia em que meu pai comprou de aniversário pra mim uma pasta cheia de uma moça que estava vendendo numa conferência pra ajudar a equipe dela. Fui pra casa e fiquei as três semanas seguintes analisando, contando e cheirando todos eles.

Ê Ciumêêêra danada! Não, não e não. Nem adiantava vir pedir: “não troco, não vendo, não dou e não deixo mexer”. Aí, ficaram guardados e os anos de passaram. Passaram, passaram e estão todos ali, no meu guarda-roupas, dentro da mesma pasta, na mesma posição, com os mesmos cheirinhos…e nunca fizeram jus ao nome: papel de carta. Quem sabe não dou eles pra uma menininha um dia. Enquanto isso deixe-os lá!

Mas falando nisso, tem gente que não tem/teve papéis de carta guardados. Tem gente que brincou tanto na rua que nem teve tempo pra essas ‘frescuragens’. Isto é coisa de quem foi criado no carpete. Mas tem gente que tem pastas e pastas cheias de dons. Dons natos ou descobertos mais tarde que estão engavetados há muito tempo.

O meu maior receio era de alguém vir pegar e amassar os papéis. Caso isso acontecesse precisava passar o papel com ferro pra ele voltar ao eixo normal. Dava um trabalhão. Eis o grande motivo pra que escondamos o dom:Medo de pessoas que não sabem valorizar, admirar e cuidar daquilo que a gente considera importante pra nós. Depois, haja paciência pra desamassar para que o dom volte a ser reutilizado sem o medo de ser afetado de novo, né?

I Coríntios 7:7 “No entanto cada um tem de Deus o seu próprio dom; um, na verdade, de um modo; outro, de outro”.


Os meus papéis de carta são diferentes dos seus. Isso significa que eu não sou você e você não sou eu. Tem gente que tenta sugar por osmose o dom de outra pessoa. Isso não é possível. Se Deus não fez ninguém igual não vá tentar copiar,ok? Pirataria é crime! Vá tirar os seus dons da gaveta e usufruir deles. Além disso, não troque seu dom por nada, mesmo que a outra opção seja ‘importada e com cheirinho’.

Dom não é pra contentamento pessoal, apesar da gente se sentir pleno quando está fazendo o que gosta. Dom é pros outros. É algo que você sabe fazer, que vai completar o que o outro sabe fazer. Dom é pra servir. É pra se arriscar, deixando que a vida escreva, mesmo que o corretivo seja necessário de vez em quando. É se deixar amassar, pra virar um aviãozinho e voar até onde precisa chegar.

O seu dom é pra mim, e o meu dom, pra você.

Quanto aos meus papéis de carta…podemos negociar…

=*

Mulher no volante, perigo constante!

 

Obs.: Meninas, o título não expressa revolta contra nossa classe nem tampouco desvalorização. Leia o texto rs.

Pois é. Eu nunca tinha visto um texto começar com uma observação, mas achei necessário para que minhas queridas companheiras não se revoltem contra mim rs. Hoje, e só hoje, eu hei de concordar com a frasesinha machista que os homens adóóóóram utilizar.

Estava eu pensando esses dias: Em breve nascerá uma mulher tão linda como eu (cof cof! rs) que vai dar mais prejuizinhos por causa de acidentes bestas com uma Doblõ. Já que não adianta eu dizer que esse bendito e único carro que cabe a minha família toda tem inúmeros pontos cegos, o que faz com que eu não enxergue naaada lá atrás, eu admito:  Sou barbeira, melhoro quando puder.

A última foi culpa do Taivan e da Maitê (run), que não deixaram eu perceber que bati no carro estacionado em frente a minha casa enquanto saia pra ir pra faculdade. Obs2.: Nunca parem o carro em frente a minha garagem. (Observação no meio do texto também vale). O que me impressionou foi o bafafá que estava quando eu voltei. Viatura, dez pessoas de um lado e dez do outro. Tudo se resolveu, com o meu bolso doendo, é claro, porque o amassado era tão pequeno que era muito mais barato que a franquia do seguro. Mas…vamo assumir a consequência do erro, né gente?

Mas, como se diz: da primeira vez a gente nunca esquece.

Não mesmo, principalmente se foi na saída da garagem com o carro recém chegado da concessionária e você arraaaanca o retrovisor porque bateu no portão (Ah, mas me dá um desconto. Quem conheceu a casa da 14 sabe que a garagem era uma belezura). Chorei, chorei, chorei. Naquele momento eu choraria eternamente. Pra sempre. Forever and ever. Meu pai ia ficar bravo comigo. Não sei o que é isso que homens têm com carro, futebol e etc…mas isso é assunto pra outro post. Na verdade estava enganada, ele não ficou bravo e sim extremamente, amargamente, dolorosamente bravo. E eu? Chorei, chorei, chorei…tinha mais o que pra fazer?! Os sangues esfriam e aí a gente chega a conclusão de que essas coisas acontecem com todo mundo. Só que dessa vez, o Raimundinho pagou. Prejuizinhos bestas que custam caro. Rs

 

E Deus, hein? Paizãão que ele é. Já pagou a conta antes dos ‘prejuizinhos’ que causaríamos. Inventou a moda de confiar o carro zero pra gente dirigir sem se importar com a garagem. Sabe o que é engraçado? No dia da primeira vez eu jurei de pé junto que nunca, nunca mais iria botar a mão no carro do meu pai. Não só botei como já bati outras vezes! E quer saber, ele não me deserdou por isso. É claro que umas broncas dali, outras daqui…mas ele continua me amando.

 

I João 1:9 diz: “Se confessarmos os nossos pecados,

Ele é fiel e justo para nos perdoar de todo pecado e nos purificar de toda injustiça.”

 

Eu não vou sair por aí e bater o carro em todo mundo que eu ver na frente. E nem vou fazer isso com o pecado. Pecado é erro de alvo. Pecado deve ser um acidente, não um hábito. E a gente não pode querer fugir do Pai por tê-lo cometido. A gente corre, e pede perdão…pagando as contas, se você já é grandinho o suficiente pra isso.

 

Beijo que tenho que ir (de Doblõ) pra facul.

 

 

e eu não sou filha adotiva!

Tá, fala pra mim se você também não pensou nisso em períodos ‘super turbulentos’ da sua infância.

Eu me revoltava quando minha mãe dava razão pro Luquinhas-queridinho-filhinho-da-mamãe. Enquanto ela brigava comigo, ele abraçava uma de suas pernas e ficava rindo com aqueles olhos apertados, cheeios de maldade. Olhos que eu tinha vontade de arrancar com as unhas e dar pro gato comer. Violeenta, violenta sem quantia. Confesso.

Aí, eu sempre dava um jeito de me vingar. Como eu não podia arrancar seus olhos e dar pro gato eu dizia pro Lucas que na parte de cima do guarda-roupa (que só eu alcançava mesmo subindo na cadeira) tinha um mundo secreto. Lá tudo tinha cor diferente. Tinha uma menina roxa, que nem lembro o nome. Eu entrava lá e brincava com eles quando eu queria. Aí sim, a minha vingança era maligna, porque os olhinhos malvados, ficavam super-arregalados, com vontade de conhecer o MEU mundo secreto!

Pronto. Do Lucas eu cuidava do meu jeito.

Agora, pra descontar a injustiça da parte dos meus pais e ainda a desesperança causada pela minha tristeza quando eu olhava no espelho e não via semelhança nenhuma com eles (onde eu estava que não via a cabeça de cearense que herdei do meu pai?!) eu bolei um plano pra fugir de casa.

Dois meses. Foram dois meses sem lanchar na escola pra juntar dinheiro. Eu pegaria um ônibus para fugir pro lugar menos provável. A casa da minha avó, em Brasília. Claro, tinha que ser perto e um lugar eu que eu sobrevivesse, porque com R$50 eu não iria muito longe.

Juntei a grana. Meu porquinho até ficou sorrindo. Uma semana antes da partida-eterna eu vi um brinquedo que eu tanto queria em promoção. Aí minha revolta foi adiada.Fui feliz pra casa, brincar…com o Luquinha.

Por isso que adoro criança. Tão simples. Tão descomplicada. Quando tem que chorar, chora. Quanto tem que falar, fala. Quando tem uma opinião, dá, e pronto. Ser adulto às vezes é chato.

Ainda bem que pai e mãe amam a gente do jeito que a gente é.

Bem confesso que já bolei uns planos pra fugir do que Deus disse pra eu fazer.Ontem mesmo me peguei ‘juntando o dinheiro do lanche’…mas não  ‘rola’. Até porque não conseguiria ir tão longe do que Ele tem pra mim.

E segue em anexo a prova de que sou filha do Nonato e da Rosana, encontrada há alguns dias no meio de uma papelada. rs

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prova

 

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qualquer semelhança é mera coincidência

oi :)

A grande [des]vantagem de ser irmã mais velha é a necessidade do sentimento de humildade vir ceeeedo sobre o coração da gente. Eu não agüentava ver a maitêzinha pegar as minhas maquiagens, glitters, pentes, batons e outras coisinhas de mocinha, justamente quando eu era adolescente. Mas tudo bem, a gente abria mão, afinal de contas ela era a irmã mais nova.

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Nunca achei que seríamos tão amigas como somos hoje, até chegar ao ponto de nos parecermos tanto. Cheguei à conclusão que vou precisar arranjar um crachá pro próximo dia que eu for pro Ide Brasil: definitivamente as crianças não sabem discernir quem é a tia Mari e quem é a tia Tetê.  E tá, tá…Eu sei que ela se orgulha muiiito de se parecer comigo, né Tetêzinha :P

Mas não é sobre as nossas belezas e semelhanças que eu quero falar hoje. Quero falar da semelhança entre o nosso bom e o melhor de Deus pra gente.Vamos pensar em três fatores de uma vida agradável:

Projetos/Sonhos + tempo em que ocorrerão + amor = satisfação.

A Bíblia diz em Isaías 55 que os pensamentos de Deus estão muito acima dos nossos. Os nossos são bons, os dele são melhores.

Também fala que há tempo pra tudo, em Eclesiastes 3. Os nosso tempo é falho, o de Deus é perfeito.

Em I Coríntios 13, lemos sobre o amor. O nosso, é superficial. O dele é sacrificial.

E aí a gente tropeça um tanto de vezes, pra aprender uma coisa que alguém já viveu e, passando por situações complicadas, comprovou que vale a pena esperar o melhor, e não viver simplesmente o bom.

Escolha viver o melhor de Deus. Não se faça de bobo até o ponto de Deus precisar botar um cracházinho no melhor dele pra você. Não seja teimoso, não pule as etapas que Deus preparou pra você crescer. Aceite a direção dele!

***E lembre-se: a coisa certa no tempo errado, prejudica. A coisa certa no tempo certo é semente que dará frutos de alegria.

xeroo e paz

charlie brown

oie :D

Aula de Direto Constitucional e o debate sobre o artigo 5o e seus incisos. Por incrível que pareça a aula estava interessante! Um colega vira encabulado por eu estar concetrada na aula e no meu Vade Mecum, e ainda fazendo as minhas palavras-cruzadas. Costume desde os tempos remotos de escola, virou um hábito. A-DO-RO! Aí, estava me lembrando dos tempos das coleções de papéis de carta e tirinhas. Calvin,  Mafalda, Turma da Mônica, Mariana, Cabeça Oca [esse vinha no Almanaque rs],  Garfiel, Chico Bento além de Recruta Zero, Hagar, o horrível  etc. Sempre gostei das formas inteligentes de tratar de coisa séria. Aíí achei essa aqui óh:

peanuts39

rs

E é desse jeito. Existe uma espécie de gente que é looouco pra mudar certas coisas mas não consegue, e ainda coloca  a culpa nos outros.  Se você não quer mais o cobertor, queime-o, corte-o, mergulhe-o no vaso sanitário, doe ou qualquer coisa do gênero, mas não dê pro seu amigo Charlie Brown segurar. Quem está encomodado com o cobertor na sua vida é você, e não ele.  Tome uma postura e não cobre dos outros uma posição que deve ser sua!

Por outro lado, ser ‘amigo Charlie Brown’ não é nada fácil, e a Palavra também nos fala sobre isso:

também os exortamos, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, amparei os fracos e sejais longânimos para com todos. I ts 5:14

irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que também não sejas tentado. Gl 6:1

A gente precisa cuidar dos outros também, né?

e vamo dodormir que amanhã tem cursinho.

Paz de Cristo

xeroo =*

poeminhas

.:: Fazia teeempo já que não dava uma lida nos poetas preferidos, daí, durante uma busca incessante por um livro aqui na net e vi num site de uma livraria ae o de Mário Quintana:

“Livros não mudam o mundo.

Quem muda o mundo são as pessoas.

Livros só mudam pessoas.”

Gostei, gostei!

Fecha o olho e imagina o Brasil que teríamos se todos fossemos transformados pelo que lemos!

Agora abre.

De duas uma: ou você não conseguiu ver nada, já que nós, brasileiros,  não temos o hábito fervoroooso de leitura, ou viu coisas horripilantes, como conseqüência da qualidade da mesma…rs…

Quantos livros você já leu esse ano?Pra ajudar contabilize também as apostilas chatas da faculdade. Agora soma tudo e vê o que ficou impresso na sua vida.

E, claro, eu não podia deixar de falar da Bíblia, né?

“ De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua Palavra.”  [salmo 119:9]

Verdades impressas em páginas, serão sempre verdades. Verdades aplicadas, terão sempre resultados.

Dá uma olhadinha aqui depois:

http://www.skoob.com.br/

bjoo bjo